Ecos da Comunicação

Ecos – Equipe de Comunicação Sindical

Há 35 anos, a Ecos se dedica à comunicação sindical e popular, idealizada pelo jornalista Marcelo Mario de Melo e pelo design Paulo Santos em 1983. Foi fundada em 2 de maio de 1984 pelos Sindicatos dos Metalúrgicos e Securitários de Pernambuco, durante a ditadura militar​. ​Foi a é a primeira ONG no Nordeste destinada à comunicação sindical, além de iniciar no estado a produção de jornais sindicais de forma profissional, organizar biblioteca para os trabalhadores, produzir vídeos e cursos de treinamento em comunicação sindical. A Ecos nasceu paralela à fundação da CUT Pernambuco com a função de organizar a comunicação dos sindicatos e a apoiar os movimentos sociais. Por acreditar que comunicar é um direito cidadão, a Ecos retoma seu principal foco, principalmente nos tempos de golpes parlamentares, das Fakes News e do desmonte dos direitos e perseguição à classe trabalhadora.

Informe Sindical – 1988 – jornal semana que circulou por seis anos.

Vídeo da cobertoura da greve geral de 1989 a maior da história

João Paulo Lima e Silva um dos fundadores da Ecos, na época, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos e da CUT-PE – 1984.

Cartinha da constituinte para os trabalhadores – cartilha de 1985

A Ecos reexiste

A Ecos é formada por uma rede de profissionais e de colaboradores dedicado aos movimentos sociais e sindical. Em um mundo conectado, a comunicação é um dos principais pilares da ação política, é uma das mais fortes ferramentas dos movimentos no exercício de seu papel mais imediato: conquistar benefícios para as categorias que representam, impactando positivamente a vida dos trabalhadores e suas famílias. Diante de inúmeros problemas sociais historicamente consolidados, a ECOS tem a capacidade de fazer das entidades instrumentos de transformação da sociedade, fortes, consolidadas e respeitadas, visando o alcance de condições para lutar por transformações que possam melhorar a vida das pessoas e dissolver questões que afetam toda a sociedade.

Filme do retomada da Ecos

Por que a Ecos é comprometida com o movimento sindical

Porque o mundo está constantemente em disputa. A humanidade é marcada por interesses distintos. Muitos deles inconciliáveis e desiguais. Por isso fizemos uma escolha: caminhar ao lado de quem realmente precisa e trabalhar com aqueles que se dedicam para proteger os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Encontro da CUT em 1987 a Ecos estava presente

Encontro da CUT em 2019 a Ecos estava presente

Posse da diretoria da CUT PE – Gestão 2019/23 – Recife 2020

Como fazemos isso

Comunicar é tornar algo comum, é compartilhar um entendimento sobre a realidade, com ética, profissionalismo e principalmente com inovação, com objetivo de aproximar a classe trabalhadora à entidade sindical. Além disso, em uma sociedade totalmente interligada, a busca por visibilidade é um dos principais objetivos de qualquer organização, com destaque para a sindical.

Inovamos

O contexto em que vivemos pede agilidade. Estamos na “era da tecnologia da visibilidade”. Estamos atentos a essas transformações. Nossa equipe trabalha para inovar a comunicação dos sindicatos, incorporando técnicas e estratégias para criar novas possibilidades. Nosso foco é a comunicação eficiente, que fortaleça o sindicato e aprimore seu potencial.

Quem faz a Ecos hoje

Na foto Justino Passos e Priscila Urpia durante a cobertura de Guilherme Boulos no Recife – 2019

Justino Passos

Publicitário e jornalista, começou sua vida profissional na Ecos – Equipe de Comunicação Sindical em 1989 e na assessoria de comunicação do SINDPD-PE, SINTEPE e na ONG DIC (Dinâmica Comunicação), trabalhou por mais de 20 anos em várias agências de publicidade do Recife, entre elas Ampla, Gruponove, Marta Lima, MartPet, RGA (Blackninja), Arcos. Estudou design, produção fonográfica e comunicação, é membro dos Jornalistas Livres, diretor da Associação Brasileira de Documentaristas de Pernambuco / Associação Pernambucana de Cineastas (ABD/APECI), membro da Fopecom (Fórum Pernambucano de Comunicação), integra a coordenadoria nacional de comunicação do MTST Brasil e Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (representando o setor do audiovisual).

Paloma Bittencourt

Estudante de jornalismo e fotógrafa

Priscila Urpia

Jornalista, fotógrafa, produtora, curadora e cineclubista. É presidente da Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos da Imprensa de Pernambuco (ARFOC – PE), integra o coletivo #CineRuaPE junto ao Cineclube CineRua, a Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC), a diretoria colegiada da Associação Brasileira de Documentaristas de Pernambuco / Associação Pernambucana de Cineastas (ABD/APECI) e a Equipe de Comunicação Sindical (Ecos). Na Comunicação trabalha com assessoria de imprensa voltada para os movimentos sindicais e sociais, festivais e mostras de cinema. No audiovisual atua na curadoria e júris de festivais e mostras audiovisuais, além de produções de projetos diversos. É curadora audiovisual do CinePhilos e do Festival Internacional de Artes Gráficas de São Paulo – Finart. Na fotografia dedica-se ao recorte documental voltado para as relações sociais. Atualmente trabalha com o projeto Ovelhas’, exposição fotográfica que retrata o universo de mulheres encarceradas da Colônia Penal Feminina do Recife (Bom Pastor) e em seu primeiro livro, Relatos de Ovelhas.